ANÁLISE FÍLMICA – “MINORITY REPORT” – A NOVA LEI

Citação

Continua … – Análise Fílmica – "Minority Report" – A Nova Lei

O OBJETIVO FOI MOSTRAR AO LEITOR UM CONJUNTO DE FATORES E DETALHES, QUE SOMADO AO SEU CONHECIMENTO PREVIO, POSSA SERVIR DE FERRAMENTA PARA FACILITAR À IDENTIFICAÇÃO DE FILMES DE GÊNERO DE FICÇÃO CIENTÍFICA, E AINDA, O DE VISUALIZAR COMO AS ABORDAGENS DO FATOR “TEMPO” FORAM AQUI TRATADAS NOS FILMES “DÉJÀ VU” E “MINORITY REPORT” OBJETOS DO PRESENTE TRABALHO – AGORA COMENTAREMOS O FILME: “MINORITY REPORT” – A NOVA LEI

8 – FILME – “MINORITY REPORT” – A NOVA LEI

Minority Report – é um conto de ficção científica escrito por Philip K.
Dick e publicado em 1956.

Sua narrativa tem lugar numa sociedade futurista onde os crimes de homicídios são prevenidos antes que eles ocorram, graças ao auxilio de indivíduos conhecidos como pre-cogs, que podem ver o futuro. Apesar das divergências entre o filme Minority Report (estrelado por Tom Cruise) e o conto, em ambos os casos a personagem principal é o líder de uma divisão especial da polícia que evita os crimes previstos por um conjunto de três pre-cogs. Subitamente descobre que ele próprio será um assassino, o que leva a tentar contrariar o seu destino traçado pelos “pre-cogs” e, portanto por em causa o próprio sistema. Para o desenrolar da narrativa (quer no conto quer no filme), desempenha um papel fundamental a existência de relatórios minoritários, isto é, o fator previsão de um dos pre-cogs ser por vezes divergente dos outros dois, o que abre a possibilidade de diversos futuros potenciais, recuperando parcialmente – mas não necessariamente, o que é uma das mais importantes diferenças entre conto e filme – a idéia de livre arbítrio que é posta em causa pela própria premissa da narrativa.

Philip K. Dick, também conhecido por PKD, nasceu em 16 de dezembro de 1928 em Chicago e faleceu em 2 de março de 1982, Santa Ana – Califórnia.

PKD foi um escritor de ficção científica que alterou profundamente este gênero literário – publicou seu primeiro conto de ficção na revista Planet Stories. [sua obra foi Solar Lottery de 1955 – a ação da obra decorria no século XXIII – funções dos indivíduos na sociedade] – Eye in the Sky de 1956 – Dr. Furity de 1960 e Vulcan’s Hammer de 1960.

Dick conseguiu ser reconhecido como escritor na publicação e The Man In The High Castle (O Homem do Castelo Alto) de 1962 – O romance recriava um mundo em que a Alemanha e o Japão haviam vencido a Segunda Guerra Mundial.

PKD – explorou em muitas das suas obras temas como a realidade e a humanidade, utilizando normalmente como personagens pessoas comuns e não os normais heróis galácticos de outras obras do gênero – Precursor do gênero Cyberpunk, o seu livro do Androids Dream of Electric Sheep? Inspirou o filme – Blade Runner que, já perto de sua morte por apoplexia, serviu como introdução a Hollywood e levou a que outras obras suas fossem adaptadas ao cinema. – Os filmes Minority Report / PT: Relatório Minoritário / BR: Minority Report – A Nova Lei (Com Tom Cruise) / O vingador do Futuro (com Arnold Schwarzenegger), O Pagamento / Pago para Esquecer (com Bem Affleck) e A Scanner Darkly, (com Keanu Reeves) também são baseados em novelas ou contos de Dick.

STEVEN SPIELBERG

Spielberg – nasceu em Cincinnati, mas morou grande parte de sua vida em Phoenix. Começou a filmar com uma câmera de super -8 ainda na sua infância.

Cineasta de família judia – explica o interesse em filmar filmes de guerra principalmente, as atrocidades sofridas pelos Judeus, como o caso: A LISTA DE SCHINDLER – (Schindler’s List) – (1993)

FILME – “MINORITY REPORT”

DIRETOR: STEVEN SPIELBERG

PRODUTOR: JAN DE BONT & BONNIE CURTIS

MÚSICA: JOHN WILLIAMS

GÊNERO: AÇÃO / FICÇÃO / POLICIAL

20TH CENTURY FOX

TÍTULO ORIGINAL: MINORITY REPORT

TEMPO: 120 MIN

COR: COLORIDO

ANO DE LANÇAMENTO: 2002 (EUA)

RECOMENDAÇÃO: 16 ANOS

ELENCO:

clip_image001 Tom Cruise …….(Detetive John Anderton)

clip_image002 Samantha Morton…. (Agatha)

clip_image003 Max von Sydow …… (Diretor Lamar Burgess)

clip_image004 Steven Harris …. (Jad)

clip_image005 Neal McDonough ….(Oficial Fletcher)

clip_image006 Patrick Kilpatrick ….(Knott)

clip_image007 Jessica Capshaw ….(Evanna)

clip_image008 Richard Coca ….. (Policial do Pré-Crime)

clip_image009 Kirk B. R. Woller ….(Policial do Pré-Crime)

clip_image010 James Henderson …. (Oficial)

clip_image011 Klea Scott …. (Policial do Pré-Crime)

clip_image012 Colin Farrell ….(Detetive Ed Witwer)

E outros como:

Frank Grillo …. (Policial do Pré-Crime)

Anna Maria Horsford …. (Casey)

Sarah Simmons …..( Secretária de Lamar Burgess)

Eugene Osment ….. (Técnico de Jad)

Vene L. Arcoraci ….(Oficial)

Erica Ford …. (Jil)

Keith Flippen ….(Tour Guide)

Nathan Taylor …. (Criança Turista)

Radmar Agana Jao …. (Técnico)

Karina Logue ………….(Técnico)

Elizabeth Anne Smith …..(Técnico)

Victoria Kelleher …… (Técnico)

Jim Rash ……….. (Técnico)

Fotos extraídas do Site: http://www.imdb.com/media/rm4289830144/nm0000129

Efeitos Visuais

Os efeitos visuais em Minority Report – A Nova Lei não estava na quantidade de efeitos, porém no detalhamento dos elementos e na sua composição, pois tinham de ser perfeitos para retratarem a visão de Spielberg. E foram nada menos que 481 tomadas com efeitos visuais, a maioria deles desenvolvidos pela Industrial Light & Magic –ILM, que desempenhou papel fundamental em inúmeros filmes de Steven Spielberg. Para este filme, a equipe da ILM, liderada por Scott Farrar (indicado ao Oscar por A.1.3/4 Inteligência Artificial), criou amplos ambientes internos utilizando tecnologia digital, e pessoas em 3D com um software de sua propriedade. Mais que isso, a ILM procurou que tudo se adequasse ao estilo visual do diretor de fotografia Janusz Kaminski.

Uma das seqüências mais complicadas envolvia o sistema de tráfego dos “Mag-Levs” na Washington do século 21. “Tratava-se de uma cidade tomada por edifícios, com muita emissão de fumaça e centenas de carros, uma enorme quantidade de elementos”, analisa o supervisor Scott Frankel. Acrescente-se a isso carros em alta velocidade e seus motoristas, sombras e reflexos, e o único elemento físico da tomada, Tom Cruise. Quando o carro de Anderson é levado de volta para o quartel-general do Pré-Crime, ele tem de pular de seu próprio veículo “Mag-Lev”, e tenta fugir saltando de carro em carro. “Tom foi filmado contra “tela azul”. O resto é completamente sintético”, revela Frankel.

“A idéia em Minority Report – A Nova Lei era combinar o antigo e o novo. Tentávamos fazer com que tudo ficasse o mais realista possível, por mais moderno e sofisticado que fosse, de modo que passamos muito tempo tentando criar a textura, a aparência de uma cidade real”, conclui Scott Farrrar.

Música e som

Spielberg volta a forma uma pareceria com John Williams, em “Minority Report, compositor ganhador de cinco Oscar, com o qual já trabalhou em 19 filmes ao longo de quase 30 anos. Para este filme Williams criou o que Spielberg chama de sua “primeira trilha sonora em preto e branco” – uma trilha clássica de suspense. “É mais para sentir do que para ouvir”, comenta o diretor.

O desenhista de som Gary Rydstrom, já premiado com vário Oscar, deu uma abordagem de “passado/futuro” para o filme. “Há cosias que nunca foram vistas, mas o filme também tem sons que retomam as antigas séries de Hollywood”, diz ele. E prossegue: “Nossa função era, por um lado, fazer com que o público acredite aquilo que ouve está realmente acontecendo e, por outro lado, fazer com que cada som refletisse o espírito ou o sentimento daquela cena. Uma das vantagens de trabalhar com Spielberg é que ele é muito bom ao retratar sentimentos e sensações.”

Dublês e cenas de ação

Tom Cruise, como lhe é habitual, praticamente dispensou o trabalho dos dublês, o que foi motivo de preocupação para Spielberg. O diretor lembra-se da primeira vez em que viu Cruise filmando cenas de ação: “Eu o visitei no set de filmagens de Missão impossível 2. Diante do que vi, perguntei ao diretor John Woo, “Como o deixa fazer isso? John olhou para mim e respondeu. “Não consigo impedi-lo”. Então fiz um trato com Tom, eu disse, “Você deixa que eu determine que cenas de ação você faz”. “Mas ele faz quase todas”.

Brian Smrz descreve: “Só para se ter uma idéia do que acontecia nas filmagens, é preciso duas ou três pessoas para fazer com que alguém voe, e nós tínhamos sempre seis pessoas voando. Claro que uma delas era Tom Cruise. São os mesmos dublês dos últimos dois filmes de Tom, de forma que ele confia em nós e se sentia confortável o tempo todo”.

“Tínhamos uma grande equipe; eles sabem até onde posso ir e preparam tudo para mim. Brian sempre coloca a segurança em primeiro lugar, então é emocionante, mas seguro” declara Tom Cruise. “Criamos um visual diferente de tudo o que já foi visto”, afirma Smrtz. E completa: “Alguns diretores teriam usado efeitos visuais, porém Steven achou que seria melhor fazer tudo da forma mais realista possível. A ironia é que foram necessários vários efeitos visuais para fazer desaparecerem os nossos cabos nas cenas!”

“Acho que um dos fatores que tornam os filmes de Steven tão bom é que usamos locações reais com os atores fazendo as cenas de ação. É claro que a Industrial Light & Magic tem de aumentar prédios e criar céus e telhados onde antes havia apenas cabos. Mas o fato de se ter a fisicidade do mundo real – como atores e roupas de verdade – aliadas ao fogo e à poeira de verdade de Michael Lantieri, criam um efeito na tela que não pode ser substituído por imagens geradas por computação gráfica”, atesta a produtora Bonnie Curtis.

As seqüências de ação exigiram uma colaboração muito próxima entre os vários departamentos da produção: design, efeitos especiais, efeitos visuais e ação. “Por exemplo, os robôs tinham seus programadores. E o pessoal dos efeitos especiais tinha uma série de elementos mecânicos que também possuíam seus próprios programadores. Então, em cada cena havia provavelmente vinte pessoas trabalhando em diferentes partes do mecanismo para que tudo estivesse em sincronia. É como se fosse um balé gigantesco”, compara MacDowell.

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O Longa começa no ano de 2054, com as imagens dos insights vistas pelos pre-cogs de um casal se beijando e derrepente um homem se aproxima e os assassinam – bolas correm por uma tubulação de vidro e saem com os nomes das vítimas primeiro e depois outra com o nome do futuro assassino que chamo aqui de (pré-assassino). Tratam-se aqui dos personagens Sarah Marks / Donan Dubin e o pré-assassino (Howard Marks) que cometerá um duplo homicídio – é caso 1108.

John Anderton (chega a Central do Pré-Crime) e toma ciência dos fatos verificando as imagens em tela.

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http://www.superpink.com/interface/index.php?itemid=28

Enquanto isso se mostra a casa do Sr. Howard. Ele sai e vê um cidadão (Donan Dubin) amante de sua mulher no outro lado da rua, num parque. O Sr. Howard entra na casa e comenta com a mulher que já tinha visto aquele cidadão que estava lá fora antes. Ela não dá atenção e começa a comentar com ela que talvez não vá trabalhar.

Daí mostra na cena seguinte John Anderston que já estava saindo retorna a sala de comando tentando fazer a localização do endereço do Sr. Howard, porque eles não haviam conseguido localizá-lo corretamente.

Neste ínterim chega ao recinto o detetive da Federal – Ed Witwer que é atendido pelo oficial Fletcher enquanto John fazia a limpeza de imagens na tela. (Era como se fizesse uma decupagem para saber os detalhes das imagens que se apresentavam vinda dos pre-cogs.

clip_image018 John Anderson, Oficial Fletcher e o Detetive Ed Witwer

clip_image002[1] Agatha (Christie -pre-cogs)

John faz movimento com as imagens e vê um menino e depois nota que se trata de um parque. Assim consegue localizar o endereço do Sr. Howard – a seguir mostra os policiais subindo em um elevador que se presume que os levaria a um transporte que os levaria para o endereço. Na próxima tomada se vê o detetive Witwer saindo, e em seguida os policiais se dirigindo a casa do pré-assassino. Lá o Sr. Howard estava já fora da casa atrás de uma árvore a espreita vendo o amante entrar na casa, daí ele vai atrás e observa o que está acontecendo. Vai depois para trás da cama e aguarda o casal entrando no quarto e indo para cama.

No lado de fora John estava numa dúvida de qual casa seria, liga para Jad e pergunta se o Sr. Howard tinha deixado a porta aberta. Quando jade o informa eles adentram a casa.

Nesse mesmo tempo, Sr. Howard surpreende a esposa e o amante juntos na cama. Armado de uma tesoura ele pega o óculos e no momento que ele vai furar a esposa o John consegue detê-lo e os outros policiais invadem a casa e prende o Sr. Howard antes do crime ser cometido. Aí John passa o scanner na íris de Howard para identificá-lo como pré-criminoso.

Na sala de comando do pré-crime os pre-cogs repetem as palavras de arrependimento da esposa, e o detetive Witwer estava presenciando tudo de lá, e pergunta ao Fletcher se eles não prenderam o pré-criminoso. Ele diz que sim, e que os pre-cogs repetem quase sempre após uma visão é como estivessem revivendo o fato. Neste ponto Fletcher pede para desligar a transmissão.

Daí a próxima tomada é a campanha do pré-crime – com testemunhos e dizendo que uma ia ser estuprada e foi salva e outro ia ser assassinado e foram salvas também, as crianças falam o pré-crime resolve.

Na tomada seguinte John vai ao subúrbio da cidade comprar droga de um cidadão sem olhos – e o individuo fala ao John – vai querer o de sempre chefinho – ou a melhorada – ele fica com a nova e diz ao individuo o que você acha que sabe – ai o vendedor de troca diz: “meu pai sempre dizia – que em terra de cego quem tem olho é rei.”

Daí John vai para sua casa

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Chegando a sua casa em seu veículo.

John entra em casa e diz cheguei e com comando de voz pede para ascender às luzes superior, e elas se ascendem. Senta-se e procura no arquivo o holograma de seu filho Saen. Fica curtindo o filho correndo e repetindo a sua própria fala já gravada. – Depois ingere a droga e coloca o holograma da esposa com trajes de dormir e a fica fitando-a de pé.

No dia seguinte a tomada mostra os veículos em movimento nas vias expressas da cidade e o John chegando à central do Pré-crime e na rampa de acesso ao outro piso o Diretor Lamar Burgess esperava John para lhe avisar que a justiça estava tentando tirar o Pré-Crime das mãos deles, e que há um detive chamado Ed Witwer – observador da justiça, e que ele podia responder as perguntas do detetive e deixá-lo observar mais que era para o John ficar de olho nele.

Enquanto John se dirige para a sala de comando – Fletcher estava explicando ao detetive Witwer, que quando os pre-cogs vêem a cena do crime – os nomes das vitimas e do pré-criminoso são gravados na estria da madeira e isso é impossível de forjar, e que as bolas com os nomes do(a)(s) pré-criminosos vem por um condutor de vidro e são depositadas de um lado e das vitimas de outro.

Então Witwer fala para Fletcher que eles estão prendendo pessoas que nunca infringiram a lei. – Fletcher complementa que os pre-cogs são seguros e que nunca comentem erros. – O detetive diz: “Mas isso é o futuro que separa; mais isso não é um paradoxo fundamental.”

Aí John entra na sala e diz: “É sim” – John pega uma bola e lança pelo tubo na direção do detetive e ele o pega. – John pergunta ao detetive – “porque você a pegou” e o detetive responde – “porque ia cair” –

John pergunta – “tem certeza” e o detive responde – “tenho” e então John fala: “Não caiu e você pegou – O fato de você pegar, não muda o fato de que ia cair.”

Witwer diz: “Você já teve experiência de falso positivo – alguém planeja matar sua mulher ou seu chefe, mais não mata – como os pre-cogs sabem a diferença. Os pre-cogs não vêem o que você planeja fazer, mas o que você vai fazer. Por que eles não prevêem estupros, assaltos e assassinatos. – John diz: “pela natureza do assassinato.”

Continuam discutindo e depois o detetive pede para ver os pre-cogs. E o John diz a ele que não é permitindo entrar por uma condição de interferência dizendo que é uma questão de autoridade. John diz isso esta fora de questão, e questiona com que autoridade, e então o detetive diz: “eu tenho um mandado e ele pede para vê-lo. E o detetive lhe diz isso quer dizer que você está operando sobre minha supervisão. E complementa – “parece que não foi informado disso John.” E ai vão todos ao recinto dos pre-cogs – detive, John, Jad e Fletcher.

No recinto John diz ao técnico que o detetive vai ter acesso ilimitado. – O técnico retruca dizendo que eles iam confundi-los – e John pede para responder as perguntas – Aí o detetive pergunta ao técnico: “como isso funciona:” – O técnico diz: “O liquido foto age como nutriente condutor – ele realça as imagens que cada um deles recebem – é a fêmea Agatha (Christie) e os gêmeos Arthur (Conan Doyle) e Dashiell (Hammett) – nos escaneamos através da tomografia ótica – pontos de luz brancas em toda a faixa cerebral são relidos depois de absolvidos pelos tecidos cerebral – em outras palavras nós vemos o que eles vêem – eles não sentem dor – mantemos suas cabeças bem medicadas com dopamina e morfina e além disso controlamos os níveis de serotonina – não queremos caiam em sono profundo, mas também não podem ficar acordados.”

Nota: 1- Suspeita-se que a produção no cérebro da fenitetilamina, neurotransmissor associado à paixão e desejo sexual é responsável pelas sensações e alterações fisiológicas que experimentamos quando estamos apaixonados, possa ser originada por atos tão simples como uma troca de olhares ou aperto de mão.

A produção de dopamina, que promove aparentemente a sensação de prazer e de motivação, pode ser responsável entre outros efeitos, por estarmos inquietos e agitados, pela falta de apetite, euforia, insônia e o pensamento obsessivo de quem ama. Supõe-se também que o desejo sexual seja incentivado por esta substância, pois a sua quantidade no cérebro é proporcional à intensidade da paixão que se sente.

2 – A serotonina é um neurotransmissor, isto é, uma molécula envolvida na comunicação entre as células do cérebro (neurônios). Ela é quimicamente representada pela 5-hidroxitriptamina (5-HT), sendo também freqüentemente designada por este nome.

Esta comunicação é fundamental para a percepção e avaliação do meio que rodeia o ser humano, e para a capacidade de resposta aos estímulos ambientais. Apesar de serem poucos os neurônios no nosso cérebro com capacidade para produzir e libertar serotonina existe um grande número de células que detectam esse neurotransmissor. Desse modo, a serotonina desempenha um importante papel no funcionamento do nosso sistema nervoso e existem numerosas patologias relacionadas com alterações na atividade desse neurotransmissor.

A serotonina parece ter funções diversas, como o controle da liberação de alguns hormônios e a regulação do ritmo circadiano, do sono e do apetite, entre outras. Diversos fármacos que controlam a ação da serotonina como neurotransmissor são atualmente utilizados, ou estão sendo testada, em patologias como a ansiedade, depressão, obesidade, enxaqueca e esquizofrenia, entre outras. Drogas como o “ecstasy” e o LSD mimetizam alguns dos efeitos da serotonina em algumas células alvo.

Informações extraidas dos Sites:

http://azinhagadacidade.blogs.sapo.pt/83200.html?replyto=307968

http://pt.wikipedia.org/wiki/Serotonina

“E melhor não pensar neles como humanos”, diz John – complementa o detetive: – “Não, eles são muito mais do que isso – a ciência robou a maioria dos nossos milagres.” Continua ele – “de alguma forma eles nos dão esperança – esperança na existência do divino – acho interessante que algumas pessoas começaram a desafiar os pre-cogs.” Aí John fala: “Os pre-cogs são filtros identificadores de padrões” – Witwer diz: “vai chamar essa sala de templo” – John diz: “Só um apelido” – aí o detetive diz: a divindade não vai estar a onde a força esta. O poder sempre esteve com os sacerdotes mesmo que tivessem que inventar o oráculo.” – aí John diz: “se estão concorcandando é por sabem por que estão falando.” Aí o Fletcher entra na conversa e diz: “olha chefe do jeito que nos estamos falando mudando o destino nós somos mais cléricos do que policiais….” – John o interrompe e diz: “olha.. Jad, vão trabalhar todos vocês…” Aí o detetive pede desculpa e diz que passou três anos em um seminário …. continua falando e ele toca num assunto que chama a atenção de John – ele diz: “eu posso imaginar o que é perder um filho num lugar daqueles …” aí John diz ao detetive porque você não diz logo o que esta procurando e Witwer diz: “falhas” e John diz: ha seis anos não acontece um assassinato o sistema é perfeito” – ai o detetive fala: “eu concordo se há falhas é humanas, …e sempre há.. “.e sai… – John fica ali junto aos pre-cogs preocupado ….se aproxima da pre-cogs Agatha e estrela os dedos porque tinha a impressão de ela ter olhado para ele. – ai ele se destrai e é agarrado pela Agatha que mostra-lhe as imagens de uma mulher sendo assassinada por afogamento ….e Agatha diz-lhe em seu ouvido: “você consegue ver” – Aí tecnico entra correndo e pula na piscina onde se encontra os pre-cogs e vai dizendo ao John: “o que houve John – os níveis hormanais dela subiram consideravelmente – é impossivel os Pre-cogs nem sabem de nossa existência – pode ser um pessadelo – ai John diz: “Ela olhou para mim e ela me agarrou e falou comigo” – e o técnico pergunta ao John o que foi que ela disse: – ele diz: “você consegue ver” –

Na tomada seguinte John vai ao departamento de detenção. E pergunta a pessoa que ele encontra: “E o sentinela” – então o sentinela diz: “é eu sou Tour Guide e o senhor é o chefe Anderton” – e a musica de filmes de terror – ele diz que relaxa os prisioneiros – Guide diz a John – “eu não tenho visto muito pessoal do pre-crime aqui – isso é problema para mim – o que procura” – John lhe diz – vitima por afogamento: O Guide localiza a imagem e John pede o arquivo da Agatha – ai o Sr. Guide diz a ele que para isso eles tinham que sair daquele setor. – Foram para um outro setor com centenas e centenas de pre-crimonosos entubados. Guide localisa um criminoso e diz aquele é um cara mal dizendo que ele afogou uma mulher num lago e diz que ele não foi identificado – John pergunta-lhe por que ele não foi identificado e o Sr. Guide responde dizendo que o homem trocou os olhos para não ser identificado pelo scanner, ele complementa ao John você consegue isso facilmente pagando uns milhares de dolares – Guido continua mexendo nos arquivos e diz – “então você quer premunição feminina” – John responde: “isso mesmo” – Guide diz: “arquivo não encontrado – acho que não temos dado sobre ela” – John diz: “tente” – e aí Guide diz: isso é estranho temos as duas previssões o que Arthur viu e o que Dashiell viu mas a de Agatha não está aí. – pode ter sido um defeito ele complementa – John pergunta: “fale-me sobre a possível vitima “Anne Lively” – Guide: “parece que viciada em heroína, é considerada desaparecida – um erro nunca vem sozinho” – consegue sair de uma furada e se mete em outra. – John pega o arquivo – Guide diz: “eu não posso deixar você tirar isso daqui é contra as regras” – complementa John: “o que aqui é mais contra as regras” – Guide diz: “cuidado chefe se mexer no passado só vai achar sujeira”.

Próxima tomada – John está com Lamar mostrando o arquivo para ele. – John diz a ele que a terceira previsão a de Agatha não estava lá e que ele havia passado umas duas horas. Vai dizendo que lá, no presidio, ele viu dezenas de caso com questões de desaparecimento John informa também a Lamar que Witwer vai fazer uma visita também no dia seguinte sobre prevensão – ai Lamar responde-lhe que ele deve deixá-lo ir. Lamar diz a John: “Lara (esposa de John) me ligou e ela está preocupada com você e eu também” – John diz: “eu estou bem” ai continua Lamar dizendo que ele sabe que ele anda muito nos suburbios – e John diz: “gosta de andar lá” – ai Lamar diz: “no meio da noite e se Witwer lhe procurasse e insistisse…” John diz: “eu estou bem” – Lamar fala: “tenta entender John quando o pre-crime se tornar nacional vão tirar o controle de nós” – John diz: “não vamos permitir” – ai Lamar diz: “Não, como é que um velho e um policial viciado vão dete-los” e devagando diz: meu pai uma vez me disse – não é você quem escolhe as coisas elas é quem escolhe você – há um motivo para você estar aqui – se o pre-crime existisse a uns seis meses atras a perda que você e Lara tiveram seria evitada – e lembre-se dos olhos, os olhos da nação estão sobre nós. E sabemos que ninguem houve minha geração, mas as pessoas confiam em você. Quando você fala sobre a sua total crença no pre-crime, eles sabem que é uma crença nascida na dor e sempre entendi assim eu posso até ter influênciado para atender essa causa. Mas agora a sua dor esta nos atingindo. Bem, aí John fala: “não vão tirar o controle de nós. Não vou deixar.”

Mudando de tomada – mostra as fotos da família do John e o detetive Witwer entrando na casa do John – vê em cima da mesa os aparatos para ingerir troga e diz: “eu sabia” – pega o holograma do Sean e diz: “seu pai está bem encrencado Sean”

CONTINUA …

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